✧ Criação original. Casa de passagem que, em casos extremos, pode alçar voo.
- Objetivo. Acolher recém-desencarnados perdidos, que seriam atacados ou desviados por entidades perversas; servir de base a expedições e de ponto de ligação com as cidades superiores.
- Métodos. Assistência em massa, palavras de consolo nas zonas de sofrimento, leitura mental feita com respeito, prece coletiva, defesas que repelem sem ferir. Quando uma tempestade mental ou o avanço de uma falange se aproxima, o Abrigo muda de região, erguendo-se do chão como uma barca de casco baixo.
- Hierarquia. A casa foi fundada há muitas décadas por um servidor de caridade (o nome será definido no Elenco). A direção é revezada a cada ano entre dois diretores de temperamentos diferentes; quem deixa o cargo passa um ano em estudo nas esferas mais altas. Abaixo vêm cooperadores, médicos, chefes de expedição, vigilantes e educadores.
- Símbolos. A candeia de vidro sobre a porta, que nunca se apaga; a Sala das Bênçãos, onde uma tela viva mostra, em luz, as preces enviadas por quem confia na casa; a barca de quilha baixa, bordada nas faixas de socorro dos servidores.
- Mapa.
Abrigo da Candeia - Relação com os PJs. Base móvel da moldura de campanha sobre a casa de passagem. Os PJs têm funções a bordo: enfermaria, laboratório, oração, defesa, comando de voo.
- Ganchos. Um dos diretores assume o ano no meio de uma crise, com métodos diferentes dos do anterior. O Abrigo precisa pousar numa região ocupada por uma falange. A candeia da porta falha pela primeira vez em décadas.