slug: lanterna-ato2-cena6 · 75 min · zona Leve ·
[!AVISO] Confissão sempre voluntária. A cena começa pela escuta, nunca pela acusação.
Objetivo. Dar a Anacleto condições de decidir contar a verdade, por vontade própria.
[!LEIA] De manhã, a casa tem cheiro de café e de sal. Anacleto, sentado à mesa de oleado, ainda de camisa de dormir, olha para o chão. Dora está do outro lado, quieta como um passarinho. "Eu sei que vocês não são só amigos da Oficina", ele diz, devagar. "Alguém me chama de noite. Eu sei de onde. O que eu não sei é como parar."
Doutrinação Fraterna em Anacleto (receptivo). Remorso 3, Endurecimento 2: CD 12. Abordagens: Memória (perguntas abertas sobre a irmã), Alívio (Passe), Apelo Afetivo (Dora), Exemplo (S3 feito por ele ou por quem ele ama = sucesso automático). Chave: "ele nunca contou a Dora quem foi a avó-tia." Vale 2 sucessos.
Se Abertura: Anacleto conta, em voz baixa, a verdade de 1931: Ismênia pediu que ele fosse buscar o médico; ele foi; a vila culpou a irmã; ele calou. Diz, sem ser perguntado: "Eu quero dizer. Mas não sei onde."
Se falha (3 falhas): ele pede uma noite para pensar; Maré +1. Ele não fica pior, mas o tempo corre.
Dora ouve parte; se for protegida do pior (a cena a deixa ao lado de alguém de sua confiança), responde: "A tia Ismênia era a que acendia o farol?" A resposta honesta é "sim."
O pedido final. Anacleto: "Se vocês conseguirem falar com ela, digam que eu... que eu vou dizer. Mas na capela, onde todos ouvem." É a decisão livre que sustenta o Ato 3.
Recompensas. Nível 5; 40 BH; {{item:warning-needle}} por concessão. S3 pela Abertura. Transição. A Maré Grande é na noite do dia 11.