slug: lanterna-epilogo · 30 min · Salinas e Porto Sereno
Salinas, no dia seguinte (todos os finais). Anacleto acorda cedo. Vai à capela e, diante da vila, pede que o nome da irmã seja escrito de novo no registro. Dona Cândida o escreve. A cantiga do menino nunca mais é repetida (no Final A, ele a desmente na frente dos outros).
Dora. Pergunta, à mesa do café, se a tia pode ser desenhada num barquinho com uma lanterna. Anacleto responde: "Pode. Ela acendia o farol."
Porto Sereno. Zacarias recebe a equipe na Sala de Preparo. Ouve o relato inteiro, em silêncio. "O que acenderam", diz, "foi só uma luz. O resto, eles fizeram." Cada personagem recebe sua Carta de Aprendiz (se tinha a de Hóspede) e um convite para a Praça das Harmonias.
Ganchos para continuar.
- Quaresma e o Prefeito Perpétuo. O Final B deixa a Torre acesa. O que o Prefeito Perpétuo faz quando perde um capitão?
- Os Passageiros. Um deles (Jesuíno, o sanfoneiro) pede ajuda para reencontrar a filha, ainda encarnada em outra vila.
- Os quatro sobreviventes. Seu Irineu, o grumete, tem um segredo de 1931 que não contou nem à vila.
- O sino. Dona Cândida pede à equipe que ensine outras sineiras a tocar pelos nomes.
- O sonambulismo de Dora. Parou? Ou ela herdou a escuta do sino?